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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

BOTAFOGO VENCE NO TEMPO NORMAL, MAS BAHIA LEVA A VAGA NOS PÊNALTIS

Muita emoção, tensão e vaga decidida apenas nas penalidades máximas. Apoiado pela torcida que lotou o Estádio Nilton Santos, o Botafogo venceu o Bahia por 2 a 1 devolvendo o placar da Fonte Nova. Nos pênaltis, melhor para o Tricolor Baiano que fez 5 a 4. O adversário nas quartas de final será o Atlético-PR que está muito forte na competição.

O Alvinegro foi para cima desde o início. O primeiro gol foi marcado por Rodrigo Pimpão que aproveitou erro do zagueiro Douglas Grolli e deu um toquinho na saída de Douglas Friedrich. O atacante se igulou a Sinval como maior artilheiro do Botafogo em competições internacionais com oito gols marcados. O Bahia empatou pouco depois com Edigar Junio após ajeitada do sempre perigoso Gilberto.

Mas o Glorioso voltaria a ficar em vantagem Aos 39 saiu o segundo. Matheus Fernandes deu o passe e Luiz Fernando teve muita frieza para driblar o goleiro antes de mandar para as redes.

No segundo tempo, o Botafogo atacava. Não queria saber de pênaltis, mas o Bahia também era perigoso. O jogo estava aberto, mas a decisão foi mesmo para a marca da cal. A torcida do Botafogo gritava pelo nome do goleiro Saulo.

Nas penalidades, tudo ia bem com todos marcando até Marcinho mandar na trave. Mas Saulo logo depois pegou a batida do zagueiro Jackson. Renatinho esbanjou categoria. Mas Moisés chutou e Douglas Friedrich pegou. Coube a Flávio fazer o gol que garantiu a classificação do Tricolor de Aço.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

BAHIA PASSA POR CIMA DO SACO DE PANCADAS DO MEIO DE SEMANA

Vasco em campo no meio de semana parece sinônimo de atuação trágica. Mais uma vez, a equipe esteve "irreconhecível" (talvez isso seja o normal) e perdeu de 3 a 0 para o Bahia no jogo de ida oitavas de final da Copa do Brasil em Salvador.

O Bahia jogou bem, mas todos os times parecem jogar muito bem quando encaram o Vasco. Talvez o fator de desequilíbrio seja o time carioca. Todo mundo parece a Alemanha.

Zé Ricardo resolveu inovar e lançar o zagueiro Wesley na lateral direita para Yago Pikachu jogar no meio. O jovem Bruno Cosendey foi titular, mas logo foi sacado para tentar solucionar o time, algo que não aconteceu. Aos 30 minutos, Wagner entrou e nada mudou.

O Bahia estava avassalador. Mas o Racing foi avassalador. O Cruzeiro foi avassalador. Até o Jorge Wilstermann foi avassalador. Será que sempre tem altitude?

O Bahia fez três gols e se não fosse Martín Silva teriam sido cinco ou seis. O primeiro saiu aos 18 minutos. João Pedro fez a jogada e a bola sobrou para Zé Rafael marcar. Aos 24 veio o segundo. Edigar Junio marcou de cabeça no contrapé de Martín Silva.

O goleiro uruguaio ainda teve que se desdobrar para não levar mais gols. Paulão quase fez contra. No segundo tempo, seguiu a facilidade. Aos dois, Martín salvou em chute de Élber. Aos quatro não teve jeito. Desábato falhou (até ele) e Vinícius colocou com categoria sem chances de defesa. Belo gol.

O Bahia poderia ter feito mais. Edigar Junio teve chance de frente para Martín, mas foi atrapalhado pelo arqueiro e perdeu. A melhor e única chance de perigo do Vasco veio só aos 44 minutos em chute de Kelvin após bola espirrada que tocou no travessão e saiu.

O jogo da volta será apenas após a Copa do Mundo. O Vasco precisa vencer por quatro gols de diferença ou três para levar para os pênaltis. Chance? Zero

Apesar de ter inventado Werley na lateral, eximo Zé Ricardo de culpa. Falta jogador, elenco. Menos culpado que o treinador só mesmo Martín Silva. Que pena do goleiro uruguaio e, principalmente, dos torcedores.