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domingo, 3 de outubro de 2021

JULIAN ÁLVAREZ BRILHA NO OLÉ DO RIVER PLATE SOBRE O BOCA JUNIORS

Na volta da torcida aos estádios na Argentina, os "Milonarios" do River Plate puderam festejar uma grande vitória sobre o grande rival, Boca Juniors por 2 a 1 em jogo válido pela 14ª rodada do Campeonato Argentino.  

Mais de 500 dias depois, o Monumental de Nuñez recebeu a presença de torcedores. A cara colocada à venda foi de 50%, mas pela televisão dava a impressão de que tinha mais gente.

Com a vitória, o River Plate dorme na liderança do campeonato ao chegar aos 30 pontos ganhos. O Talleres, com 29, ainda joga no fechamento da rodada contra o Defensa y Justicia, em Florencio Varela. O Boca caiu para o nono lugar. Esta foi a primeira derrota de Sebastián Battaglia no comando técnico xeneize. Acho pouco provável que o River não seja o campeão argentino. O último título argentino foi em 2014 antes da chegada de Marcelo Gallardo.

Como todo Superclássico, a partida começou tensa e ríspida e com 16 minutos já tinha jogador expulso. O experiente Marcos Rojo levou dois amarelos em um intervalo de dois minutos e deixou o campo mais cedo.

Com um a mais e com time superior, o River não demorou a abrir o placar em lindo chute do promissor Julian Álvarez. O atacante ainda faria o segundo aos 42 minutos completando cruzamento da direita de Milton Casco.

No segundo tempo, o Boca seguiu sem conseguir produzir muito. O River poderia ter ampliado. Álvarez, Simón e Carrascal tiveram chances. A trave ainda salvou em finalização do bom lateral esquerdo Angileri.

O jogo estava tão tranquilo que a torcida do River Plate começou a gritar olé na metade da segunda etapa. O Boca ainda descontou em cabeçada de Zambrano aos 48. Armani fez a defesa, mas a bola ultrapassou a linha.

quinta-feira, 20 de maio de 2021

HISTÓRICO! SEM GOLEIRO E SEM FAZER SUBSTITUIÇÕES, RIVER VENCE SANTA FE

O que vimos no Monumental de Nuñez foi histórico. Algo para contar para as próximas gerações. O River Plate jogou sem goleiro de origem contra o Santa Fe e venceu por 2 a 1 assumindo a liderança do Grupo D da Taça Libertadores da América. Coube ao meia Enzo Pérez assumir a meta, já que a equipe estava com os quatro goleiros do elenco principal infectados pela Covid-19. Além do mais, Marcelo Gallardo só tinha jogadores à disposição. Não podia fazer substituição, mas os jogadores foram bravos, heroicos.

Com quatro minutos de jogo, o River já vencia por 2 a 0 com gols do bom lateral esquerdo Angileri e do promissor atacante Julián Álvarez (este um golaço). Lá atrás, Enzo Pérez tinha pouco trabalho. Os jogadores do Santa Fe nem acertavam o gol, mas só o fato do volante, lesionado, vale registrar ter se colocado à disposição para ser o goleiro nesta epopeia já vale muito o reconhecimento eterno. 

Enzo Pérez, com uma lesão muscular, não tinha condições de atuar na linha. Então se prontificou a ser o goleiro, já que a Conmebol não liberou nem mesmo a inscrição de um novo arqueiro para esse caso excepcional que é o surto de coronavírus. Com menos de 1,80m, Pérez se tornava gigante e passava muita confiança debaixo das traves. Não fez nenhuma defesa difícil. Conseguiu, muito com a ajuda da defesa que foi brilhante, segurar toda a primeira etapa.

No segundo tempo, o Santa Fe foi para cima e chegou a diminuir com gol de Osorio aos 27 do segundo tempo, mas a fragilidade do time colombiano impressionou. Não por acaso, é o único time eliminado no equilibrado grupo que tem o River na liderança com nove pontos seguido do Fluminense com oito e o Junior Barranquila, ainda com chances tem seis. Na última rodada, os "Millonarios" recebem os cariocas em Buenos Aires e o Barranquilla faz o clássico local contra o frágil Santa Fe.  

Vimos história na Taça Libertadores da América. Gallardo errou ao não inscrever os 50 atletas, mas conseguiu montar um esquema de guerra para sair vitorioso. Muitos pensavam que seria goleada do Santa Fe, mas não ignoraram com a bravura e coragem destes 11 heróis que vestiram a camisa do gigante River Plate.

domingo, 16 de maio de 2021

BOCA VENCE RIVER NOS PÊNALTIS E PEGA RACING NA SEMIFINAL

Boca Juniors e River Plate decidiram a última vaga nas semifinais da Copa da Liga Profissional. O time "xeneize" encarou o maior rival bem desfalcado. O River teve um surto de Covid-19, perdeu 15 jogadores (cinco titulares) e teve de entrar em campo com o goleiro do time da base: Alan Leonardo Díaz de 21 anos. Marcelo Gallardo não pôde contar com os quatro goleiros do elenco principal. Mas o novato foi a grande figura na Bombonera e segurou o empate, mas nos pênaltis, o time da casa fez 4 a 2 graças a Rossi que pegou duas cobranças e garantiu vaga a semifinal contra o Racing.

O River se superou e segurou o campeão das duas últimas competições nacionais do futebol argentino. Após empate em 1 a 1 no tempo normal, a decisão da vaga foi para os pênaltis. Assim como as outras três partidas das quartas de final da Copa da Liga.  

Logo aos 10 minutos, o Boca saiu na frente. Tévez ganhou de Maidana e marcou de cabeça. Carlitos teria deslocado o zagueiro do Millonario. Aos 35, o River chegou com perigo em cabeçada de Maidana, mas a bola foi para fora. Angileri cobrou falta e Rossi espalmou. O Boca também teve chance em cobrança de falta com Villa, mas a bola saiu por pouco. Almendra arriscou de fora da área e Díaz fez boa defesa.

No segundo tempo, o Boca parou no jovem goleiro Díaz. O goleiro apareceu bem em três chances de Tévez. O River chegou ao empate aos 22. Angileri cruzou da esquerda e Julián Álvarez deixou tudo igual em cabeçada que encobriu o goleiro Rossi. O camisa 9 do River tem muito potencial.

Miguel Ángel Russo, que segue sem vencer o River Plate como técnico do Boca Juniors, colocou o habilidoso colombiano Cardona em campo. Aos 39, Díaz mais uma venceu o duelo com Tévez ao pegar chute à queima roupa do camisa 10. Que atuação do menino!

Na decisão por pênaltis, Tévez abriu a série e marcou para o Boca. Villa, Izquierdoz e Buffarini também marcaram. Apesar da cobrança esdrúxula de Cardona que tentou uma cavadinha, o Boca venceu por 4 a 2. Rossi pegou as cobranças de Angileri e Ponzio. Agora, o Racing é o próximo adversário. Na outra semifinal Colón e Independiente.

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

RIVER CONTA COM BRILHO DE GAROTO PARA VENCER E ELIMINAR O SÃO PAULO DA LIBERTADORES

A missão do São Paulo não era nada fácil e não deu. O River Plate venceu por 2 a 1 jogando em Avellaneda e o Tricolor Paulista está eliminado da Taça Libertadores da América. O grande destaque da partida foi o jovem Julián Álvarez que fez os dois gols e teve atuação de gala.

O River não demorou a abrir o placar. Aos 10 minutos, após bonita troca de passes, a bola chegou para o menino de 20 anos e Álvarez não perdoou. O São Paulo até igualou pouco depois com o zagueiro Diego, de cabeça, mas o time da casa voltaria a ficar em vantagem novamente graças ao promissor camisa 9.

No segundo tempo, o São Paulo não pressionou da maneira que precisava para evitar uma eliminação na fase de grupos. Algo que não acontecia desde 1987. Marcelo Gallardo quebrou um tabu. Nunca tinha vencido um time brasileiro atuando na Argentina.

O River, com apenas três jogos desde o retorno do futebol, foi melhor tática e tecnicamente do que o São Paulo que já vem jogando há mais de dois meses. Fernando Diniz balança após a eliminação. Foi o preço por perder na estreia para o Binacional. Ninguém sequer empatou com a equipe epruana. O São Paulo conseguiu ser derrotado e está eliminado.

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

SÃO PAULO GANHA DOIS GOLS, MAS FICA NO EMPATE COM RIVER PLATE

O São Paulo recebeu o perigoso River Plate, no Morumbi, pelo Grupo D da Taça Libertadores da América. Em jogo equilibrado, empate em 2 a 2. O resultado deixa a LDU idolada como líder do grupo com seis pontos ganhos. Brasileiros e argentinos estão com quatro, mas o "Milonario" leva vantagem no saldo de gols.

O Tricolor começou muito bem. Talvez para aproveitar a falta de ritmo do adversário que não disputava uma partida oficial desde março. Aos sete minutos, Hernanes já obrigou Armani a fazer boa defesa e, aos nove, o time da casa saiu na frente. Reinaldo cruzou errado na área, mas contou com desvio do meia Enzo Pérez que fez gol contra.  

Mas o River é cascudo e logo chegou ao empate. Julián Álvarez recebeu na área e tocou para Borré deixar tudo igual. Bonita jogada da equipe de Marcelo Gallardo.

Na etapa final, Igor Gomes assustou Armani aos oito minutos. O São Paulo não pôde contar com Luciano e o atacante fez muita falta.

O River Plate fez o gol da virada aos 34 minutos. Julián Álvarez recebeu do zagueiro Martínez Quarta e bateu de primeira para marcar no Morumbi. Mas a vantagem durou. Aos 37, outro gol contra do River. Dessa vez do lateral Angileri.

O River quase fez o terceiro com o zagueiro Pinola que cabeceou com muito perigo. No fim, tudo igual. O resultado acaba sendo melhor para os argentinos.

terça-feira, 15 de setembro de 2020

COM GOL DE WALTER, ATHLETICO-PR VIRA E VENCE NA ALTITUDE BOLIVIANA

Depois de seis meses, a Taça Libertadores da América está de volta. O jogo que reabriu a competição foi entre Jorge Wilstermann e Athletico-PR na altitude de Cochambamba pelo equilibradíssimo Grupo C. E não faltou emoção. O Furacão venceu por 3 a 2 de virada com gol da vitória marcado nos acréscimos pelo atacante Walter que ainda está cheinho, mas nunca lhe faltou qualidade técnica.

O Athletico-PR chega aos seis pontos e lidera o grupo ao lado do Colo-Colo que venceu o Peñarol. Não é apenas a Libertadores que está de volta depois de seis meses. O Jorge Wilstermann também não entrava em campo desde 14 de março. O futebol na Bolívia ainda não retornou. Assim como na Argentina e na Venezuela.

Mas o time da casa tinha uma forte aliada que era a altitude. Logo aos 10 minutos, após chutão para frente, a zaga atleticana falhou, Santos saiu perdido e o atacante Álvarez abriu o placar.

O Athletico-PR teve boa chance para empatar aos 29. O capitão Lucho González cabeceou para defesa de Giménez e Erick perdeu no rebote. Aos 37, puxaram Fabinho na área. Pênalti marcado e convertido por Lucho González. 

O Wilstermann desempatou no início do segundo tempo. Após boa troca de passes, a bola chegou na área para o brasileiro Serginho que deslocou o goleiro Santos para fazer o segundo.

Mas o Athletico-PR não se entregou e foi em busca do empate que veio aos 27. O meia tabelou com Fabinho e tocou na saída de Giménez. Bonita jogada do time brasileiro.

Aos 36, Santos salvou ao pegar cabeçada de Arrascaita (quase xará do uruguaio do Flamengo). O time da casa perdeu Serginho, expulso aos 42. E aos 46, Jonathan cruzou e  Walter dominou e bateu no canto para fazer o gol da virada. Primeira vitória do Athletico-PR jogando na Bolívia.