
O meia estava no Liverpool-ING e disse estar emociondo pela volta ao clube que o revelou para o futebol em 1999. Em 57 jogos, foram 20 gols marcados.
Com 31 anos, Maxi confessou, na apresentação, ser um dos dias mais felizes da vida. No clube, recebeu a camisa 11 das mãos do presidente Guillermo Llorente.
Maxi já disputou três Campeonatos Argentinos e foi para a Europa em 2002 para atuar no Espanyol. Três anos depois, estava no Atlético de Madrid e foi um dos principais jogadores dos "colchoneros" por cinco temporadas.
A torcida que recepcionou o ídolo de volta no Estádio Marcelo Bielsa foi à loucura com a volta de Maxi. No último Clausura, o Newell's terminou na sexta colocação.
Maxi sempre foi um jogador esforçado e que alia muita garra com técnica. É o típico terceiro homem de meio campo. Na Seleção, todos ainda lembram do golaço marcado contra o México nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2006, na prorrogação.
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