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segunda-feira, 27 de junho de 2016

SEGUE O JEJUM QUE PARECE ETERNO: CHILE É O CAMPEÃO DA COPA AMÉRICA CENTENÁRIO

Não foi desta vez que Messi foi campeão pela seleção. A seca não acaba. 23 anos sem títulos. Qual será a próxima chance? Talvez em 2018, na Rússia. Aí já serão 25 anos. Bodas de Prata. Mais de 82 mil pessoas assistiram a mais uma decepção argentina. Haja Tango para o choro!

Após empate sem gols no empate no tempo normal e na prorrogação, o Chile, mais uma vez, assim como em 2015, venceu a Argentina nas penalidades (por 4 a 2). E sabem quem perdeu uma das cobranças argentinas? Lionel Messi, que isolou. Biglia também perdeu para defesa de Bravo.

A Argentina poderia ter vencido no tempo normal. Higuaín, de novo, desperdiçou a chance do jogo. Que sina! Foi assim na final da Copa do Mundo de 2014 e da Copa América do ano passado.

O jogo ficou quente na primeira etapa. Marcelo Díaz e Rojo foram expulsos por jogada violenta. A arbitragem era brasileira. Héber Roberto Lopes queria e, conseguiu até certo ponto, ser o centro das atenções no primeiro tempo.

No segundo tempo, o jogo foi menos intenso. Higuaín deixou o campo para entrada de Agüero, que também perdeu grande chance de marcar no fim do segundo tempo.

Na prorrogação, cada time teve uma grande chance. Mas Romero e Bravo fizeram lindas defesas, principalmente o goleiro chileno, que foi buscar uma cabeçada de Agüero no ângulo.

Nos pênaltis, Vidal, um dos destaques da partida, começou batendo e perdeu. Romero pegou, mas logo depois, Messi jogou a bola nas alturas. Depois todos marcaram, menos Biglia, que chutou nas mãos de Bravo.

Foi triste ver a desolação de Messi, mas acho que ele não será apontado como o principal culpado por mais um vice-campeonato, o sétimo em sete finais. Acho que Higuaín sofrerá mais críticas. Inclusive, defendo a tese de que Messi não deveria mais jogar pela Seleção. É craque, gênio, maior artilheiro com a camisa argentina, mas a pressão é muito grande. Desde a execução do hino. Esse jejum não acaba nunca.

Parabéns ao Chile do técnico Pizzi, argentino de nascimento (que está começando um trabalho e tem que enfrentar a sombra de Jorge Sampaoli). Mais uma vez, os chilenos foram campeões e não foi injusto. O título na América está unificado!

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